Tubo Redondo Metalon 2 Polegada 2,00 Fina Quente (6mts)

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Resistência máxima

Oferece resistência à compressão e à torção, por isso são considerados itens de estruturação de obras.

Estética

Esses tubos de aço estruturais podem ser de tipo retangular, redondo, quadrado; desse modo, enriquecem o visual e a arquitetura de construções e projetos de arquitetura contemporânea. Toda construção recorre ao uso desses tubos, sob forma de treliças espaciais, vigas treliçadas, entre outros. Tudo isso garante arrojo, atratividade e, claro, modernidade, com tubos ALADIMMETAIS.

Uniformidade

Há grande uniformidade de características mecânicas e dimensionais que tornam a aplicação desse material muito fácil em obras gerais. As superfícies são lisas, não contendo qualquer canto vivo ou ângulo. Assim, a pintura e manutenção são absolutamente práticas, com resultado visual único.

Transformação simples

Há ainda imensa redução de custos nos projetos que utilizam tubos de aço. Isso ocorre porque as operações tecnológicas com essa estrutura são muito facilitadas e, consequentemente, mais baratas. Comparado a qualquer outro tipo de estrutura metálica, o tubo de aço sai na vantagem, reduzindo o peso e agregando resistência às obras.

Ecologicamente correto

O aço é um dos materiais mais recicláveis do qual se tem notícia. Além disso, não contribui com emissão de gases do efeito estufa, portanto está dentro do conceito de produto sustentável. Como é de fácil montagem e desmontagem, ainda pode ser reutilizado em outras obras ou locais.

Consistência

Os tubos de aço estruturais ainda são resistentes à ação do fogo, provando-se ainda mais seguros que outros materiais, como os perfis abertos.
São materiais lisos, sem cantos e reentrâncias, o que garante maior estabilidade frente às correntes de ar e de água, proporcionando maior proteção a qualquer tipo de projeto ou obra.

Principais usos de tubos de aço estruturais

Pelos aspectos de leveza, versatilidade e facilidade de manutenção, esses tubos são aplicados com grande frequência em obras de grande porte, como estádios de futebol, complexos esportivos, aeroportos, plataformas de petróleo etc.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
1 - Cálculo do Peso Teórico de um Tubo Redondo de Aço Carbono P = 0,0246615 x (D – e) x e Sendo: P = Peso do tubo em kg/metro D = Diâmetro externo do tubo em mm. e = Espessura da parede do tubo em mm.

2 - Cálculo do Peso Teórico de um Tubo Quadrado de Aço Carbono P = 0,0246615 x (1,27 x L – e) x e Sendo: P = Peso do tubo em kg/metro L = Lado do Quadrado em mm. e = Espessura do tubo em mm.

3 - Cálculo do Peso Teórico de um Tubo Retangular de Aço Carbono P = 0,0246615 x (1,27 x ((L1 +L2) / 2) – e) x e Sendo: P = Peso do tubo em kg/metro L1 = Lado maior em mm. L2 = Lado menor em mm. e = Espessura do tubo em mm.

Obs: estamos considerando tubos de aço preto e não galvanizados onde teremos um pequeno acréscimo no peso por metro
Cuidados – Uso do Aço ALADIMMETAIS

O aço, como qualquer material estrutural, exige certos cuidados ao ser usado, para que sejam evitadas situações indesejáveis.
Alguns desses cuidados referem-se à corrosão e ao comportamento em situação de incêndio.


Corrosão

A corrosão é um processo espontâneo que reduz gradualmente as espessuras das chapas que formam as seções transversais dos componentes estruturais, que podem se tornar inválidos para as finalidades pretendidas. Como exemplo de dois casos extremos de ocorrência do fenômeno, um em que parte da parede de um pilar com seção tubular circular foi totalmente consumida junto à base e outro em que as chapas da região de uma ligação entre viga e pilar com seção I foram completamente tomadas pela corrosão (nota-se que a espessura das chapas se transformou em várias fatias soltas).

A velocidade de corrosão, medida pela redução da espessura com o tempo, depende da agressividade do ambiente. O processo é mais acelerado em locais com umidade relativa do ar alta, em ambientes poluídos, como os das grandes cidades e os industriais, especialmente quando sujeitos a vapores ácidos, na orla marítima, devido à presença de cloreto de sódio, e junto a piscinas, por causa do cloro.

Uma opção consiste em se usar os chamados aços resistentes à corrosão atmosférica. Tais aços, em virtude de suas composições químicas, apresentam velocidade de corrosão pelo menos quatro vezes inferior à dos demais, e podem, em atmosferas menos agressivas, ser utilizados sem proteção anticorrosiva.


Correto dimensionamento estrutural

Hoje no mercado é muito comum encontrar profissionais que subdimensionam ou superdimensionam suas necessidades conforme a obra, fato este que efetivamente trás prejuízo ao dono da obra. Como cuidado essencial, no tocante ao “bolso” do cliente, faz-se necessário um correto dimensionamento dos perfis e barras de aço ALADIMMETAIS, prezando sempre pela boa aplicação e economia.

Pintura e galvanização

A pintura e a zincagem por imersão a quente ou galvanização a fogo são os procedimentos mais usados para proteção da estrutura contra corrosão.
A galvanização consiste no recobrimento da superfície do aço por uma camada de zinco, obtido pela imersão das peças em grandes cubas com zinco fundido a aproximadamente 450ºC. Caso se queira, o aço galvanizado pode ser pintado.


Comportamento em Situação de Incêndio

Considerando que o aço seja um material incombustível, suas principais propriedades mecânicas degradam-se consideravelmente em altas temperaturas, com a redução da resistência ao escoamento e do módulo de elasticidade com o aumento da temperatura (relação entre a propriedade em temperatura elevada e a propriedade à temperatura ambiente, tomada igual a 20°C).

As reduções de resistência e rigidez se tornam um problema real quando ocorre um incêndio, situação em que a temperatura do aço normalmente supera 400°C, e pode ocorrer um colapso em decorrência da estrutura perder a capacidade de suportar as ações atuantes.

Para uma estrutura submetida a incêndio, a temperatura do aço sob a qual se dá o colapso denomina-se temperatura crítica. Se a estrutura estiver dimensionada para total aproveitamento do material (sem folga), a temperatura crítica situa-se geralmente entre 500°C e 700°C. Na prática, essa temperatura muitas vezes supera os 700°C, pois quase sempre, quando ocorre um incêndio, a estrutura não está sujeita a seu carregamento total, além de ser muito comum existir folgas no dimensionamento.


Reduções de resistência e rigidez do aço com a elevação da temperatura

Em algumas situações, há necessidade de se proteger a estrutura contra incêndio, para que a temperatura atingida pelo aço não alcance seu valor crítico. Tal proteção é feita usando materiais apropriados, normalmente tendo em sua composição gesso, fibras minerais ou produtos cerâmicos. Esses materiais costumam ter a forma de argamassa, a qual é jateada em toda a superfície exposta dos elementos estruturais, ou de placas rígidas, as quais são montadas em volta dos elementos.


Proteção contra incêndio de elementos estruturais

Alvenarias contornando pilares e embutimento de pilares e vigas em concreto são proteções clássicas. As alvenarias em volta dos pilares continuam sendo muito usadas até hoje, ao passo que o embutimento de elementos em concreto é pouco racional e praticamente não é mais empregado.


Proteções clássicas contra incêndio da estrutura de aço

Quando o prédio possui estrutura metálica aparente, e essa estrutura precisa ser protegida contra incêndio, para atender a exigências arquitetônicas pode ser usada tinta intumescente. Tal tinta, aplicada em película de 55 micrometros a 2500 micrometros de espessura, ao ser submetida ao calor, tem sua espessura aumentada entre 20 e 30 vezes, passa a apresentar um aspecto esponjoso e funciona como eficiente material de proteção contra incêndio.
Além disso, permite que sobre ela seja aplicada uma pintura de acabamento, de modo que a estrutura fique com a cor final desejada.
Uma maneira de reduzir o problema é o uso de aços resistentes ao fogo que, em virtude de suas composições químicas, apresentam degradação das propriedades mecânicas com a elevação da temperatura menos acentuada que a dos demais aços.
Assim, a proteção contra incêndio pode ser eliminada ou, na pior das hipóteses, reduzida.
No entanto, em praticamente todo o mundo, esses aços apresentam custo pouco competitivo e têm sido raramente empregados.
1. INTRODUÇÃO
Este artigo foi escrito com o objetivo de fornecer as informações básicas para os profissionais que utilizam e efetuam distribuição de tubos de aço com costura.
2. FABRICAÇÃO DE TUBOS
Os tubos que iremos comentar, são chamados de “com costura”. esta é uma denominação errônea para o material, porém o nome se consolidou tal como “xerox”. Esta denominação veio de muito tempo atrás, quando o processo utilizado era de baixa frequência (50 ou 60 hz), o que dava ao material uma aparência de “material costurado”. Hoje o processo é realizado com solda longitudinal pelo processo E.R.W. (Solda por Resistência Elétrica) com alta Frequência.
Este processo garante a homogeneidade da matéria-prima com a solda, o que confere excelentes características aos produtos. Os processos de fabricação para obtenção do produto final variam de acordo com a norma em que o tubo vai ser fabricado. Os tubos podem ser produzidos em uma variada gama de matérias-primas (tipo de aço utilizado), que são normalmente fornecidas segundo especificações ASTM (American Society for Testing and Materials), DIN (Deustaches Institute for Normuns), API (American Petroleum Institute), AISI (American Institute of Steel and Iron), SAE (Society of Automotive Engineers), ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e outras.
A matéria-prima utiliza é comprada em forma de bobinas, que são classificadas em três grandes grupos:
BF – Bobina Laminada a Frio: Possuem uma cor clara, sendo necessário alguns cuidados especiais aos tubos produzidos nesta matéria-prima, pois ela é altamente suscetível a oxidação (corrosão, ferrugem).
Os tubos devem ser armazenados e transportados sempre evitando a umidade, senão tendem a amarelar, o que pode causar sérias conseqüências na utilização final sobre o produto.
Estas bobinas são produzidas normalmente em espessuras abaixo de 2,00 mm e possuem melhor tolerância dimensional e acabamento. Devido seu processo de fabricação ser maior que as BQ, seu custo é maior.
BQ - Bobina Laminada a Quente: Possuem uma cor escura e são menos suscetíveis a oxidação.
Os tubos podem ser armazenados e transportados em condições normais até mesmo em céu aberto (por pouco tempo) sem ter sua qualidade prejudicada. - Estas bobinas são produzidas normalmente em espessuras acima de 2,00 mm e não possuem uma tolerância dimensional tão restrita quanto as BF, sendo que são também denominadas de BG (Bobinas Grossas), quando a espessura for superior a 5,00 mm. Quando for necessário em uma espessura de BQ uma melhor condição dimensional podemos fazer uma relaminação a Frio da chapa.
Este processo também é utilizado para se obter espessuras não fornecidas pelas Usinas.
BZ - Bobina Aço Zincado por Imersão a Quente:
Possuem uma cor clara, sendo necessário alguns cuidados especiais aos tubos produzidos esta matéria-prima. Os tubos devem ser armazenados e transportados sempre evitando a umidade, senão tendem a amarelar, o que pode causar sérias conseqüências na utilização final sobre o produto.
Estas bobinas são produzidas normalmente em espessuras variando 0,30 a 2,70 mm e largura entre 700 mm a 1.624 mm. Quanto os tubos de condução são zincados a quente (galvanizados a fogo como são popularmente conhecidos) não temos a preocupação com a superfície do tubo. Devemos apenas tomar pequenos cuidados quanto ao seu armazenamento.
Tipos de Ensaios para Tubos: Eletromagnético: Através de correntes parasitas tesa o tubo quanto a descontinuidades.
Não garante a estanqueidade, porém é admitido como o teste opcional ao hidrostático na maioria das normas de condução devido a sua grande velocidade de execução. Hidrostático: Consiste em testar o tubo a uma determinada pressão hidráulica para garantir a estanqueidade do tubo. Ensaios Destrutivos: Durante o processo de fabricação são realizados vários ensaios mecânicos destrutivos em amostras retiradas durante a produção, tais como alargamento, flangeamento etc.
Aplicação

Estes tubos são utilizados para fins mecânicos, onde é importante a exatidão dimensional e o aspecto da superfície. Estes são utilizados nas indústrias de autopeças, bicicletas, movéis,eletrodomésticos, etc.
Material

O material utilizado é em geral, SAE 1008/12, podendo mediante pedido serem utilizados
outros tipos de aço. Os tubos obtidos diretos das máquinas formadoras são fornecidas no estado BK. Todavia suas propriedades mecânicas permitem razoável deformação mecânica em operações de dobramento, alargamento e achatamento, etc.

Tolerâncias Dimensionais

O 10,00 a 19,05 mm +/- 0,12 mm
O 20,70 a 31,75 mm +/- 0,15 mm
O 33,70 a 44,45 mm +/- 0,20 mm
O 47,60 a 57,15 mm +/- 0,30 mm
O 60,30 a 88,90 mm +/- 0,40 mm
O 90,00 a 101,60 mm +/- 0,50 mm
O 114,30 a 127,00 mm +/- 0,60 mm
O 139,70 a 168,30 mm +/- 1,20 mm
Espessura de parede +/- 10% para todas as
espessuras.
Comprimento

Em geral os tubos são fornecidos no comprimento de 6000 +/- 120mm para comprimentos fixos, tolerâncias de ( - 0 + 100mm ).
Ensaios

Os tubos podem ser fornecidos com ensaio elétrico não destrutivo ou teste hidrostático.

Atestado Os tubos podem ser fornecidos com ensaio elétrico não destrutivo ou teste hidrostático. Mediante pedido, os tubos podem ser fornecidos com certificado que atesta a análise química e as propriedades mecânicas.

Acabamento

Em geral as espessuras até 1,90mm são fabricadas de chapas laminadas a frio, com
superfície brilhante. Espessuras maiores que 1,90mm são em geral de chapas laminadas a quente, superfície escura. A costura é visível externamente e no diâmetro interno o filete de solda é saliente,podendo contudo, ser removido.
O acabamento das pontas é o de fabricação, admitindo-se pequenas rebarbas.
Os tubos são protegidos externamente comum a camada fina de óleo protetor.

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